Ai achavam que agora sim, agora estava tudo tratado? Pois bem, it is not.
Na sessão de Erasmus realizada na Reitoria, aconselharam-nos a fazer duas coisas nas quais eu não tinha pensado: tirar o passaporte e fazer a inscrição no Consulado do país para onde vamos estudar.
Ok, tirar o passaporte até se tira. Afinal são só 65€ (lol, a renda dum mês na Eslováquia) e dura cinco longos anos (sim, porque eu de certeza que vou viajar muito nestes próximos anos). Mas vá, nunca se sabe se não vou ter a oportunidade de ir à Rússia, por exemplo. Afinal, estou num sítio bastante propício para viagens europeias e transeuropeias. Enfim, só por dizer que não nada que não se resolva.
Random question: o passaporte ainda é como aqueles dos filmes com carimbos e isso ou já é tudo eletrónico?
Random question: o passaporte ainda é como aqueles dos filmes com carimbos e isso ou já é tudo eletrónico?
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| via google search por favor, eu quero carimbos! |
A parte do consulado é que é mais engraçada. Lá vai a Inês toda contente procurar o Consulado português na Eslováquia e (pasmem-se) não existe Consulado português na Eslováquia. E achava eu que havia um português em todo o lado. O Consulado que trata dos assuntos dos portugueses na Eslováquia é o Consulado de Viena, na vizinha Áustria. Tudo bem, até porque vou aterrar na Viena (o trajecto fica para outro post) e assim como assim, já que lá estou, passo lá no Consulado e depois sigo com a minha vida, i.e. chego na quinta a Viena, trato das coisinhas todas (or so God help me) e na sexta sigo para Banská. Conclusão: a bem ou a mal, vou passar um dia em Viena, at least. Sounds good to me!
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| via wikipedia |


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