Cinco anos após a graduação, a taxa de desemprego dos que tiveram formação no estrangeiro é inferior em 23%.
Os jovens que estudam ou recebem formação no estrangeiro, através do Erasmus, têm mais facilidade em arranjar emprego do que os outros, segundo uma avaliação ao programa divulgada nesta segunda-feira em Bruxelas.
Segundo um estudo sobre o impacto do programa da União Europeia (UE) de intercâmbio de estudantes Erasmus, os diplomados com experiência internacional têm mais êxito no mercado de trabalho.
A avaliação ao programa — a cargo da CHE Consult — revela que a possibilidade de os estudantes Erasmus sofrerem uma situação de desemprego de longa duração é 50% menor em relação àqueles que não estudaram ou obtiveram uma formação no estrangeiro.
Por outro lado, cinco anos após a graduação, a taxa de desemprego dos que tiveram formação no estrangeiro é inferior em 23%.
Em Público,pt
A página do estudo aqui
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